quarta-feira, 28 de abril de 2010

BELLA VITA - FACIL DE MORAR, FACIL DE COMPRAR

RECANTO VERDE - O Empreendimento Verde do Pinheirinho

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PRIMEIRO IMÓVEL: VEJA DICAS PARA FAZER A MELHOR COMPRA PARA A FAMÍLIA E O BOLSO

Muito se fala dos cuidados com a documentação na hora de comprar um imóvel. Contudo, quem vai comprar a casa própria, especialmente pela primeira vez, deve fazer algumas outras observações antes de fechar negócio.De acordo com a diretora da Lello Imóveis, Roseli Hernandes, o primeiro passo é decidir se este imóvel será uma aquisição para se viver por um período ou para a vida inteira. Isso porque, a primeira hipótese, diz ela, permite a compra de uma casa ou apartamento menor, com custos mais baixos.Por outro lado, no caso da segunda opção, será necessário fazer um planejamento familiar, antes de sair procurando o imóvel ideal, para assim, ter uma ideia do tamanho necessário da propriedade.“Se a pessoa, o casal, deseja comprar um imóvel para viver a vida inteira ou uma boa parte dela, é preciso pensar quantos filhos esta pessoa quer ter, se há a possibilidade de pais ou parentes mais velhos irem morar com ela no futuro e mesmo se ela pensa em ter um animal doméstico”, alerta.LocalizaçãoDefinido o tamanho, outra consideração importante é a localização. Neste caso, o futuro morador deve observar a distância do local de trabalho ou da escola dos filhos, os serviços prestados pelo bairro, além da vizinhança.“O quesito vizinhança é importantíssimo, pois pessoas que gostam de silêncio não devem morar próximo a bares, avenidas movimentadas, ou mesmo perto de linhas de trens ou metrô”, diz.Também deve ser observada a questão da segurança e da mobilidade, o que deve ser pensado conforme a rotina dos moradores do imóvel.GastosNo que diz respeito aos custos, Roseli orienta que as famílias comprometam no máximo 25% da sua renda com as despesas relacionadas ao imóvel, o que inclui gastos com financiamento, se houver, IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e condomínio.“O valor de condomínio deve ser observado com muita atenção, pois, muitas vezes, é melhor optar por um imóvel mais caro, porém com condomínio menor, do que onerar demasiadamente o orçamente da família”.Ainda com o objetivo de economizar, a diretora da Lello Imóveis diz que pode valer a pena a compra de um imóvel usado, em vez de um novo. A explicação, segundo ela, está no poder de negociação, já que um imóvel usado pode chegar a custar cerca de 50% menos do que uma propriedade nova com características semelhantes. (Fonte: Infomoney).

MERCADO DE IMÓVEIS ESPERA MELHOR ANO EM TRÊS DÉCADAS

Este será um ano de recordes no mercado imobiliário. Os sinais são de que em 2010 serão vendidos na cidade de São Paulo 38 mil imóveis novos, a maior marca em 30 anos, segundo o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo (Secovi SP). Impulsionados pelo crédito farto e longo, pelo crescimento da renda e do emprego, pelo programa habitacional do governo e também pela volta de investidores ao mercado imobiliário, os resultados de vendas, lançamentos e financiamentos atingidos nos primeiros meses do ano são surpreendentes. As taxas de crescimento já superam a casa de 80% na comparação com 2009. "Foi o melhor começo de ano desde 2004", afirmou o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. Só em fevereiro foram vendidos 2.858 imóveis, um número 83,7% maior do que no mesmo mês de 2009 e 89,5% acima do de janeiro. No primeiro bimestre, as vendas somaram 4.366 unidades, com crescimento de 63,5% ante igual período de 2009 e 7% maiores na comparação com 2008, quando a crise ainda não tinha se instalado. Em todo o ano de 2009, foram vendidas 35.832 unidades na cidade de São Paulo, que é o termômetro do mercado imobiliário do País.Para atender à demanda aquecida desde a virada do ano, as construtoras e incorporadoras pisaram fundo no acelerador. O volume de lançamentos residenciais na Região Metropolitana de São Paulo no primeiro trimestre deste ano foi o maior da década para o período. Entre janeiro e março, foram lançadas 14.219 unidades, segundo pesquisa da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). O volume é quase o triplo (4.925 unidades) comparado com igual trimestre do ano anterior e 32,5% maior que o de 2008, o último período de boom imobiliário. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.